quarta-feira, 1 de junho de 2011

Clonagem Humana - Fichamento 2

ÉTICA E CIÊNCIAS DA VIDA

Clonagem humana


Dráuzio Varella



A clonagem humana foi e continua sendo uma questão amplamente discutida. O fato criar cópias de indivíduos realmente seria um crime, mas impedir o uso de células-tronco embrionárias no tratamento de doenças graves também é crime.
Quando um espermatozóide fecunda um óvulo, a célula resultante faz 2, depois 4, 8 e assim por diante cópias de si mesma. Depois de 72 horas já surgiram mais de cem células agrupadas formando o blastocisto.

Na fase em que o embrião tem de 32 a 64 células, elas se organizam segundo dois destinos: as que estão situadas mais externamente darão origem à placenta e à bolsa amniótica; as da parte interna, muito mais versáteis, irão formar todos os tecidos do futuro organismo. Essas células pluripotentes, capazes de se diferenciar em mais de duzentos tipos celulares para constituir tecidos como fígado, coração, pulmão, recebem o nome de células-tronco. À medida que as células-tronco do blastocisto continuam a multiplicar-se, essa capacidade de formar qualquer tecido é perdida.

Uma grande descoberta do século XX foi a que resultou na clonagem da ovelha Dolly. Nesse experimento, pesquisadores escoceses retiraram o núcleo contendo material genético de um óvulo e nele introduziram o DNA retirado de uma célula mamária adulta, já diferenciada. Para surpresa do mundo, depois de quase trezentas tentativas, a célula resultante gerou Dolly.

A diferença entre clonagem reprodutiva e clonagem terapêutica é que a primeira tem pro finalidade gerar um feto geneticamente idêntico ao doador do material genético. Já a segunda, as células-tronco jamais serão introduzidas em algum útero, elas são direcionadas ao laboratório para fabricar tecidos idênticos ao do doador, tecidos que nunca serão rejeitados por ele.

A clonagem terapêutica oferece a possibilidade de repor tecidos perdidos por acidente ou pelo passar dos anos e de tratar doenças neuromusculares, infartos, derrames cerebrais, Alzheimer e outras demências, cegueira, câncer e muitas outras.

O projeto de lei que proíbe autoritariamente a clonagem terapêutica, já aprovado pelos deputados e que será submetido ao Senado, conta com o repúdio frontal da comunidade científica. 

Intercorrências Clínicas na Síndrome de Turner - Fichamento 1


Intercorrências Clínicas na Síndromede Turner


Marília M. Guimarães 


Carla T.G. Guerra 

Solange T.F. Alves 

Maria C.S.A. Cunha 

Luiz A. Marins 

Luiz F.M. Barreto 

Evelyn Teich 

Flávia N. Santos 

José F.R. Ornellas 

Gerson Carakushansky 

Gustavo Pinheiro 



Helena P. Oliveira 

Isabel C.R. Beserra 

Juraci Ghiaroni 

Marcelo V. Peixoto 

Maria L.F. Farias 

Mônica M.A. Lanfredi 

Munira A. Proença 

Paula P. Ramalho 

Pedro S. Pinheiro 

Roberto L. Zagury 

Roberto A. Antunes

Hospital Clementino Fraga Filho e 

Instituto de Puericultura e 

Pediatria da Universidade 

Federal do Rio de Janeiro, RJ.


Recebido em 03/04/01 

Aceito em 10/04/01



A síndrome de turner, é característica do sexo feminino e ocorre numa proporção de  1:2500 a 1:5000 para nascidos vivos. As principais características dessa síndrome são: baixa estatura, infantilismo genital, malformações e estigmas diversos. Em estudos realizados na Inglaterra constatou- se que a expectativa de vida nesta síndrome era menor que a da população geral.


As anomalias congênitas mais prevalentes são os estigmas diversos, palato em ogiva, cúbito valgo, epicanto entre outros. As doenças cardíacas (principalmente as lesões do "coração esquerdo") e as renais (duplicidade do sistema coletor, rotação dos rins). Outras doenças prevalentes são: otite média, hipertensão, resistência insulínica, hipercolesterolemia, endocardite e doenças autoimunes, entre elas o hipotireoidismo, doença celíaca e o vitiligo.


Os problemas ocorrem pela falta de tratamento. O hipogonadismo, pela falta de proteção estrogênica levaria ao envelhecimento precoce, osteoporose e doenças cardiovasculares, além de baixa estatura.
Estudos foram realizados através do levantamento e avaliação de prontuários de pacientes com diagnóstico de ST. Os cariótipos foram classificados em monossomia (45XO) quando ocorreu perda de um cromossoma sexual.


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Gincana de Genética- Divulgação dos vídeos dos colegas. (CONCLUÍDA)

1○ Ícaro Meneses - 106.1
http://icaromeneses.blogspot.com/2011/05/gincana-genetica-tarefa-6-legendar-um.html



2○ Ismael Luna - 106.1
http://ismaelluna.blogspot.com/2011/05/projeto-genoma-humano-atividade-6-da.html

3○ Rayssa Mendonça - 105.1
http://rayssa-mendonca.blogspot.com/2011/05/gincana-de-genetica-item-6_22.html?


4○ Isabela Fechine -

5○ Lorem Krsna - 106.1
http://filhotedefauchard.blogspot.com/2011/05/video-de-replicacao-de-dna.html


7○ Iasodara Fernandes

Gincana de Genética- Divulgação do meu blog (CONCLUÍDA)

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Visita à APAE- Gincana de Genética



A Associação de Pais e Amigos de Excepcionais de Juazeiro do Norte (APAE-JN) é uma associação beneficente sem fins lucrativos, que pelo o que eu entendi conta com a ajuda de voluntários para os trabalhos gerais, médicos, fisioterapeutas, professores, etc. Conta também com a ajuda do governo e de iniciativas privadas. Além de dar apoio às crianças com deficiência intelectual ainda dão apoio às famílias.  Visitar a APAE foi uma experiência maravilhosa pra mim. A gente sente que cada pessoa que está alí tem algo especial. Conhecemos todo o ambiente, sala de teatro, sala de música, de desenhos, podemos ver o quão talentosos eles são. Fizeram uma apresentação de dança lindíssima pra gente. Eles são lindos, são um amor, merecem todo carinho e atenção. 

quarta-feira, 4 de maio de 2011

TESTE DE PATERNIDADE E MATERNIDADE EM DNA.



Primeiramente é importante saber que o DNA pode ser detectado no núcleo (centro) de qualquer célula de um organismo, dentro de pequenos pacotes genéticos chamados cromossomos, com exceção das células vermelhas do sangue (hemáceas). Essas células não têm núcleo e, portanto, não têm DNA. Assim, o DNA das células brancas de seu sangue é exatamente igual ao DNA das células de sua pele, dos tecidos, da raiz do cabelo, dos ossos, do sêmen, da saliva, dos músculos, das células contidas na urina. Seu DNA é formado no momento da concepção e jamais mudará, mesmo depois da morte. A ingestão de drogas, de medicamentos e a radiação, não produzem mudanças significativas no DNA a ponto de alterar o resultado de um teste de paternidade deste tipo. Como o exame em DNA para determinação de Paternidade deve ser feito apenas com o consentimento de todas as partes envolvidas, o material coletado é, na grande maioria das vezes, o sangue venoso do braço, pela facilidade de coleta e pelo fato de obtermos grande quantidade de DNA das células brancas sangüíneas.


O que é um teste de DNA?


A análise em DNA é o meio mais preciso disponível atualmente para determinação de paternidades ou maternidades duvidosas. O DNA é considerado o tijolo de construção genético da vida. É a extrema variabilidade em nível de DNA que supera em muito a variabilidade de outros sistemas utilizados anteriormente (ABO, Rh, HLA, etc.). Através de sua análise, podemos diferenciar um indivíduo do outro, já que todas as pessoas apresentam um padrão único em seu DNA, menos os gêmeos idênticos (univitelinos). Já existem diversos casos em que exames sangüíneos da era pré-DNA (inclusive o HLA) não foram capazes de absolver indivíduos cujo teste em DNA demonstrou, posteriormente, tratar-se claramente de exclusão, ou seja, o suposto pai não era o pai biológico.


Qual a exatidão de um teste de DNA?



A análise em DNA é o teste de paternidade mais preciso, possível atualmente. A chance do teste em DNA detectar um homem que esteja sendo falsamente acusado de ser o pai biológico é superior a 99,99%. Se ele não for excluído de ser o pai biológico pelo teste de DNA, a probabilidade de que ele mesmo seja o pai biológico varia de 99,99% a 99,9999%, de caso para caso. Na prática, tomadas as devidas precauções no controle de qualidade do teste, este é um teste absolutamente preciso. Um resultado de exclusão significa com 100% de certeza que o suposto pai não é o pai biológico. Um resultado de inclusão vem acompanhado da probabilidade que o suposto pai seja o pai biológico, que são geralmente números acima de 99,99%, resolvendo inequivocamente todas as disputas.
Fonte: site ABC da saúde.